quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Mais um turno perdido por Aécio: PSDB não encontrou fraude na eleição de 2014, informa TSE

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou hoje (5) que o PSDB não encontrou indícios de fraude nas eleições de 2014. A informação foi dada em plenário pelo presidente do TSE, ministro Dias Toffoli.

Há um ano, após a divulgação do resultado do segundo turno, vencido pela presidente Dilma Rousseff (PT), o partido pediu ao tribunal autorização para fazer auditoria própria do processo de votação. 

Durante a sessão, Toffoli disse que o PSDB teve oportunidade de confirmar que não houve irregularidades no processo de votação.

O objetivo da auditoria era verificar a lisura das eleições do ano passado, ou seja, averiguar a integridade das urnas eletrônicas e sistemas adjacentes, buscando evidências que comprovassem alguma suspeita ou tese de fraude.

"Volto a dizer que não foi encontrada nenhuma evidência em tal sentido”, afirmou o ministro.

Em novembro do ano passado, ao solicitar autorização para auditoria, o PSDB declarou que tinha “absoluta confiança” na garantia dada pelo TSE de segurança do pleito, mas pretendia  tranquilizar eleitores que levantaram, por meio das redes sociais, dúvidas quanto à lisura da apuração dos votos.

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Eurogrupo retomará negociações só após referendo da Grécia

Após a reunião desta quarta, o presidente do Eurogrupo, Jeroen Dijsselboem, afirmou que foram discutidas duas cartas enviadas pelo primeiro-ministro grego, Alexis Tsipras, além da situação política no país. "Em relação ao pedido de extensão do programa sobre o qual discutimos ontem, reafirmamos nossa decisão do último sábado. A situação política não mudou. Não há espaço para uma extensão. Então, infelizmente, o programa expirou na noite passada à meia-noite", disse.

A Grécia não pagou a parcela de 1,6 bilhão de euros de sua dívida com o FMI, que venceu às 19h (horário de Brasília) desta terça-feira (30) e entrou em moratória. Também expirou o programa de ajuda financeira à Grécia. O pedido de prolongamento do pacote foi negado pelo Eurogrupo.
Jornal do Brasil - Economia - Eurogrupo retomará negociações só após referendo da Grécia



Jornal do Brasil - Economia - Eurogrupo retomará negociações só após referendo da Grécia

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Obstrução de estrada dá multa de até R$ 10 mil por hora, diz ministro da Justiça

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse hoje (26) que os líderes do movimento dos caminhoneiros, que vieram conversar com o governo, aceitaram as propostas do governo. A partir de agora, segundo ele, os caminhoneiros que continuarem obstruindo as estradas serão multados com valores entre R$ 5 mil e R$ 10 mil por hora.

Os caminhões parados na pista serão identificados pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), e com base nos dados obtidos pelos policiais, as multas serão emitidas. “A decisão do valor da multa não é do governo, é da Justiça, e a punição não está sendo imposta por mim, e sim por magistrados. Eu tenho o dever de fazer cumprir a lei”, disse o ministro. Segundo ele, ainda existem caminhoneiros em 97 pontos de sete estados, a maioria deles no sul do país.

O ministro Cardozo explicou que houve dificuldade em identificar as lideranças do movimento. Aqueles que se apresentaram como líderes, de acordo com ele, saíram satisfeitos das negociações. “Não é simples identificar lideranças. Conversamos com todos que se dispuseram a dialogar. Representantes de trabalhadores e de empresas compareceram”, acrescentou.

Na noite de ontem (25), em conversa com os trabalhadores, o governo propôs sancionar a Lei dos Caminhoneiros, a prorrogação por 12 meses do pagamento de caminhões - por meio do Programa Procaminhoneiro -, além da negociação conjunta entre caminhoneiros e empresários para que seja estabelecida uma tabela referencial de frete.

A Lei dos Caminhoneiros aguarda sanção da presidenta Dilma Rousseff. O texto, aprovada há duas semanas pelo Congresso, altera a regulamentação da profissão. “Um dos temas importantes que está na lei", de acordo com o Secretaria-Geral da Presidência da República, Miguel Rossetto, "é que os caminhões que trafegam vazios estarão suspensos do pagamento de pedágio por eixo suspenso”.

Tanto Rossetto quanto Cardozo enfatizaram, porém, que as propostas só serão mantidas e postas em prática após a suspensão dos bloqueios nas estradas.

Aos poucos, porém, o movimento reflui. Enquanto os ministro falçavam em Brasília, a Polícia Rodoviária de São Paulo informava que os caminhoneiros haviam liberado a Rodovia Raposo Tavares, que esteve interditada das 9h às 15h10 de hoje, na região de Assis (SP). O trânsito fluía só nas faixas da esquerda, nos dois sentidos, para carros de passeio, ambulâncias e caminhões com cargas vivas, além de uma carga de cilindros de oxigênio para a Santa Casa de Paraguaçu Paulista.
Obstrução de estrada dá multa de até R$ 10 mil por hora, diz ministro da Justiça | Agência Brasil


sábado, 22 de março de 2014

Prefeito chinelinho dá sinais que vai começar a trabalhar - Prefeitura de Goiânia anuncia corte de secretarias e comissionados

Ao que tudo indica, Paulo Garcia vai sair da zona de conforto, deixar os chinelinhos de lado e começar a trabalhar em prol de Goiânia, e de sua própria biografia, já que hoje ele esta conseguindo superar Pedro Wilson como o pior gestor que a capital já teve.

Uma tarefa dificílima por tudo o que fez (ou deixou de fazer) Pedro, enquanto esteve à frente da Prefeitura de Goiânia. 

A prefeitura de Goiânia anunciou, nesta sexta-feira (21), o corte de 737 cargos - dos quais 350 comissionados -, além da extinção de sete secretarias e uma autarquia. Segundo o prefeito Paulo Garcia (PT), a expectativa é que os cortes com despesas das pastas resultem em uma economia de R$ 15 milhões aos cofres públicos em uma ano. No mesmo período, o corte de cargos deve representar redução de R$ 41 milhões.

"Estamos contribuindo mais do que com a redução econômica-financeira, da economia de dinheiro, estamos contribuindo com a otimização da gestão", afirmou o prefeito. Paulo Garcia salientou que os cortes são resultado do trabalho de uma cosultoria da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e de uma comissão da prefeitura. "Não são consequências de nenhum processo atual. São consequências de processos que nós já havíamos planejado há mais de ano", pontua.
Leia mais: G1 - Prefeitura de Goiânia anuncia corte de secretarias e comissionados - notícias em Goiás


sexta-feira, 21 de março de 2014

Paulo Garcia quer enfim assumir: Prefeitura de Goiânia anuncia fim de secretarias e saída de comissionados

Enfim o Prefeito Paulo Garcia deve assumir o cargo para o qual foi eleito, ao invés de criar problemas para o município, que aparentemente esta quebrado, tomou a decisão de cortar o supérfluo em sua gestão e dar uma satisfação a população goianiense.

A informação é que serão extintas três secretarias extraordinárias: a da Região Metropolitana, Projetos Macro Estruturantes e Relações Jurídicas. 



As funções serão exercidas por secretarias afins e os funcionários excedentes terão que procurar um emprego. 

Também haverá mudança na Secretaria Legislativa e suas funções agora serão encaminhadas à Secretaria de Governo; a Secretaria de Turismo (Setur), por sua vez, vai para a de Esporte e Lazer, que também receberá a autarquia do Parque Mutirama; a Secretaria de Trabalho (Setrab) foi transferida à Indústria e Comércio; e a Defesa Social (Semdef) agora é de responsabilidade da Guarda Civil Metropolitana (GCM).

Segundo a prefeitura, o número de cargos comissionados representa 30% do total deste tipo de cargo na estrutura do administrativo municipal. Os projetos de lei que estabelecem as mudanças serão encaminhados e ainda precisam ser aprovados pela Câmara de Vereadores para que entrem em vigor. A expectativa é que o legislativo aprove rápido também, apesar que vários deles mantém apadrinhados na gestão inexistente de Paulo Garcia e podem resistir.

A prefeitura de Goiânia anunciou, nesta sexta-feira (21), o corte de 737 cargos - dos quais 350 comissionados -, além da extinção de sete secretarias e uma autarquia. Segundo o prefeito Paulo Garcia (PT), a expectativa é que os cortes com despesas das pastas resultem em uma economia de R$ 15 milhões aos cofres públicos em uma ano. 



No mesmo período, o corte de cargos deve representar redução de R$ 41 milhões.

"Estamos contribuindo mais do que com a redução econômica-financeira, da economia de dinheiro, estamos contribuindo com a otimização da gestão", afirmou o prefeito. Paulo Garcia salientou que os cortes são resultado do trabalho de uma consultoria da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e de uma comissão da prefeitura. "Não são consequências de nenhum processo atual. 



São consequências de processos que nós já havíamos planejado há mais de ano", pontua.

Expectativa é que medida resulte em economia de cerca de R$ 56 milhões. Devem ser extintas oito pastas e cargos de 350 servidores não efetivos.
Leia mais: G1 - Prefeitura de Goiânia anuncia corte de secretarias e comissionados - notícias em Goiás


terça-feira, 4 de março de 2014

Declarações de Putin 'não enganam ninguém', diz Obama, mas os EUA querem solução pacifica na Ucrânia

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, declarou nesta terça-feira que as razões apresentadas por seu colega russo, Vladimir Putin, para justificar sua incursão militar na Crimeia "não enganam ninguém" e que a ingerência russa na Ucrânia contribuirá para o isolamento de Moscou.

No entanto, Obama também fez referência a informações de que Putin, que havia dado uma coletiva de imprensa pouco antes, teria feito uma pausa para refletir sobre as alternativas à crise ucraniana.

Também nesta terça-feira, o secretário americano de Estado, John Kerry, que está em Kiev, afirmou que a Rússia está buscando um pretexto para invadir a Ucrânia, e também advertiu que Moscou corre o risco de se isolar se não colocar fim a sua escalada neste país.

"A Rússia busca um pretexto para poder invadir a Ucrânia", afirmou o chefe da diplomacia de Washington, condenando o ato de agressão de Moscou contra Kiev. Kerry garantiu, no entanto, que seu país não busca o confronto com Moscou.
Leia mais: Declarações de Putin 'não enganam ninguém', diz Obama - Terra Brasil

Temendo isolamento Putin diz agora que uso de força militar na Ucrânia será último recurso

Dando sinais de que pode recuar das pretensões, Vladimir Putin disse nesta terça-feira que a Rússia só usará a força militar na Ucrânia como último recurso, em comentários cujo objetivo aparente é acalmar as tensões entre Ocidente e Oriente causadas pelo temor de uma guerra na ex-república soviética.
Até ontem o Presidente Russo estava irredutível quanto a invasão militar na Crimeia, já tinha recusado os conselhos de Obama e não parecia recuar de suas decisões, mas hoje ele parece ter repensado suas atitudes e pode ser que volte atrás para não ter o ódio do Mundo voltado para si e para o povo Russo. 

A Rússia, entretanto, se reservou o direito de usar todas as opções na Ucrânia para proteger seus compatriotas lá que estão vivendo em "terror", disse Putin.

Putin declarou em uma coletiva de imprensa em sua residência oficial, nos arredores de Moscou, que houve um "golpe inconstitucional" na Ucrânia, e que o presidente deposto, Viktor Yanukovich, aliado da Rússia, ainda é o líder legítimo do país, apesar de ter entregado o poder.

"Só pode haver uma avaliação do que aconteceu em Kiev, na Ucrânia em geral. Esse foi um golpe anticonstitucional e a tomada armada do poder. Ninguém discute isso", disse Putin, parecendo relaxado diante de um pequeno grupo de repórteres.

"Quanto a levar forças. Por enquanto não existe tal necessidade, mas essa possibilidade existe", disse ele. "O que poderia servir como motivo para usar força militar? Ela seria naturalmente o último recurso, absolutamente o último."

Mais cedo nesta terça-feira, Putin ordenou que as tropas envolvidas em um exercício militar no oeste russo, perto da fronteira com a Ucrânia, voltassem às suas bases. Ele disse que homens armados que haviam tomado prédios e outras instalações na Crimeia eram grupos locais.
Putin diz que uso de força militar na Ucrânia será último recurso | Manchetes | Reuters

segunda-feira, 3 de março de 2014

Polícia Federal pede ao STF para investigar o Ministro do Trabalho por empregar funcionários fantasmas

A Polícia Federal em Santa Catarina pediu a abertura de investigação no STF (Supremo Tribunal Federal) para investigar o ministro do Trabalho, Manoel Dias (PDT). A solicitação foi feita depois que a PF encontrou indícios da participação do ministro em um suposto esquema para empregar militantes do PDT como funcionários fantasmas de uma entidade que firmou convênios com o ministério.

PF

Como o ministro tem foro privilegiado, só pode ser investigado por inquérito no STF, por isso a PF fez essa sugestão em relatório encaminhado à Justiça Federal de Santa Catarina.

Segundo o jornal "O Estado de S. Paulo", que divulgou a informação nesta segunda-feira (3), filiados do PDT constavam da folha de pagamento da ONG ADRVale (Agência de Desenvolvimento Regional do Vale do Rio Tijucas e Itajaí Mirim) sem nunca terem trabalhado para a entidade, que teria recebido R$ 11 milhões de convênios com o ministério.

A Polícia Federal em Santa Catarina confirmou à Folha que encontrou indícios da participação de Manoel Dias.

O líder do PPS, deputado federal Rubens Bueno (PPS-PR), divulgou nota nesta segunda dizendo que vai ingressar com representação na Comissão de Ética da Presidência exigindo o imediato afastamento do ministro do Trabalho.

A Comissão de Ética já havia aberto um processo contra Manoel Dias na semana passada para apurar denúncia de que sindicatos pagariam propina para acelerar a concessão de registros. A empresária Ana Cristina Aquino afirmou à revista "Isto É" que entregou R$ 200 mil ao ex-ministro Carlos Lupi para acelerar o registro de um sindicato e disse que o esquema permaneceria na atual gestão.

Procurada, a assessoria do Ministério do Trabalho confirmou ter conhecimento do inquérito em Santa Catarina, disse que a consultoria jurídica do órgão prestou esclarecimentos e que não comentaria o pedido da PF de investigação pelo STF. O ministro afirmou ao jornal "O Estado de S. Paulo" que as acusações são "fogo amigo" e que não teme a abertura de investigação.